QUALIDADE DE VIDA

Brinquedos Orgânicos chamam a atenção dos consumidores

16 de junho de 2011

Dentre os diversos produtos que podemos encontrar no mercado, considerados orgânicos, um deles tem chamado muito a atenção: os brinquedos.
Na Europa, os orgânicos são uma realidade, inclusive não há diferença nos preços em relação aos convencionais, e são encontrados diferentes produtos que seguem esta linha.
Trazida da Alemanha a ideia dos brinquedos, Scheila Ortiz, proprietária da loja Ali Campus, localizada no Mercado Municipal de Curitiba, no setor de Orgânicos, comenta que, antes desta ideia, a loja experimentou outros produtos, que vinham do interior do Paraná. Entretanto, no próprio mercado, a concorrência era grande, pois existem frutas, verduras, legumes e produtos orgânicos sendo comercializados. “Nós procuramos um campo que não tem mercado. E encontramos os brinquedos, que possuem a matéria-prima orgânica”, comenta.

Apesar de não ter muita divulgação ainda, os clientes que entram na loja, se interessam pelos produtos. Porém, Scheila está aguardando uma documentação para poder trazer, em definitivo, as mercadorias para sua loja. “Enquanto não temos este documento, nós fazemos uma lista de espera com o nome dos clientes e dos produtos que os interessa. O que tem mais pedido são as massinhas de modelar, feitas de amido, ou seja, caso a criança coloque na boca, pode comer sem restrições. O intuito do produto não é ser comestível, mas ele é feito desta forma para tranquilizar os pais”, explica a empresária.

Outro diferencial da loja, em relação aos outros produtos comercializados, são os fornecedores. “Nós temos várias empresas que nos fornecem os brinquedos, a que trabalhamos mais é a Play Mais, que tem um trabalho sincero e que nos fornece diretamente da Alemanha”, ressalta.
Em relação aos orgânicos, Scheila destaca que na Europa este mercado já é visto como convencional, diferente do Brasil que tem outra mentalidade. “O preço na Europa é acessível não há esta diferenciação que vemos por aqui”, fala a proprietária.

Com cinco meses de loja, Scheila destaca que quem determina o preço dos produtos é o produtor. “A margem convencional é de 28% mais impostos. Os orgânicos são 44% mais impostos, seguindo a linha do comércio justo”, finaliza.




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